Ilhas no Rio de Janeiro - Ilhas no Brasil - Ilha de Paquetá - Ilha Fiscal - Ilha Cagarras - Ilha das Cobras - Ilha das Enxadas - Ilha de Villegaignon, Ilha do Sol - Ilha de Brocoió - Arquipélago das Cagarras - Ilha Comprida, Filhote, Cagarra
 
 



Rio de Janeiro
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  Ilhas no Rio de Janeiro



A cidade do Rio de Janeiro possui diversas ilhas, como a Ilha das Cobras, a Ilha das Enxadas, a Ilha de Villegaignon, a Ilha do Sol, a Ilha de Brocoió e o Arquipélago das Cagarras - conjunto de ilhas entre as quais, Comprida, Filhote, Cagarra e Palmas. Nem todas as ilhas são abertas ao público ou à visitação.

Veja aqui algumas ilhas encontradas na cidade do Rio de Janeiro:

Ilha Fiscal
Endereço: Av. Alfredo Agache, no final da Praça Quinze - Centro

A Ilha Fiscal ficou conhecida por seu castelo ter sido local do último baile do Império. A inauguração do castelo da ilha ocorreu em 1889, obra do engenheiro Adopho José Del Vecchio, em estilo neo-gótico com inspiração nos castelos do século XIV, em Auvergne, na França. O projeto recebeu o elogio do Imperador D.Pedro II e foi condecorado com a Medalha de Ouro.

O baile da Ilha Fiscal ocorreu logo após a sua inauguração, com o objetivo de reforçar os laços de amizade com o Chile e também para tentar reerguer o prestígio da Monarquia, abalada pelos ideais republicanos. Foram convidadas cerca 5 mil pessoas e entre os participantes estava a tripulação do couraçado chileno Almirante Cochrane. Além de ter sido realizado ali o último baile do Império, antes da Proclamação da República do Brasil, ele também ficou famoso pelo luxo e pelo comportamento dos convidados muito comentado na época.

A destinação do castelo, pouco utilizada em sua função original, era servir de quartel da guarda de fiscalização do porto. Em 1913 o prédio projetado para o Ministério da Fazenda, passou para o Ministério da Marinha.

Em 2001 ocorreram trabalhos de restauração, coordenados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e o prédio voltou a exibir o esplendor original.

Atualmente o local transformou-se em pólo cultural promovendo exposições permanentes e temporárias que revelam a história da Ilha e da Marinha. O visitante além do passeio a bordo da escuna Nogueira da Gama, tem o privilégio que conhecer a coleção de vitrais, os trabalhos em cantaria - colunas, arcos, florões e símbolos imperiais, o piso em mosaico e outros atrativos.

O passeio tem início partindo do cais do Espaço Cultural da Marinha, e os ingressos são adquiridos nos dias de visita, de quinta a domingo, às 13:00h, 14:30h e 16:00h. Em alguns feriados as visitas à ilha fiscal não são realizadas, se informe antecipadamente por um desses telefones (21) 2104-6721/ 6992/ 2233-9165.

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      Ilha de Paquetá - Rio de Janeiro - Brasil

Ilha de Paquetá
Localizada no centro da Baía de Guanabara.

Único bairro da cidade do Rio de Janeiro que é uma ilha, conhecida popularmente como Paquetá, o seu nome oficial é Freguesia do Senhor Bom Jesus do Monte.

Foi descoberta em 1555 pelos franceses, anterior à própria fundação da cidade do Rio de Janeiro. Após a expulsão dos franceses foi erguida, anos mais tarde, a primeira capela da Ilha, a Capela de São Roque, o padroeiro da Ilha, e a Capela original do Senhor Bom Jesus do Monte da Ilha de Paquetá.

A Ilha de Paquetá era freqüentemente visitada por D. João VI, por nobres e por personalidades importantes.

Das ruas de saibro vários edifícios históricos são encontrados na Ilha de Paquetá, como a Igreja de São Roque; o Solar del Rei que hospedou D. João VI; e a Casa de José Bonifácio de Andrada e Silva, o patriarca da independência.

Além da importância histórica e cultural da ilha, a Ilha de Paquetá é admirada por sua beleza natural. Há coloridos flamboyants, árvore típica; e baobá, árvore originária da África, que ficou conhecido pelos moradores como “Maria Gorda”. Algumas plantas datam de 100 anos.

Apresenta praias com águas calmas e passeios imperdíveis que levam à Pedra da Moreninha, ao Parque Darke de Mattos e ao mirante que fica no Morro da Cruz, que mostra uma vista parcial da ilha.

A Ilha de Paquetá, transformada em Área de Preservação do Ambiente Cultural (APAC), é uma região onde não é permitida a circulação de carros particulares. Os meios de transporte para se locomover dentro da ilha são as bicicletas, charretes e trenzinho turístico.

O acesso à Ilha de Paquetá já é um atrativo em si pois somente é feito por meio de transporte marítimo. Os passageiros são transportados por barcos ou aerobarcos que passam pela Baía de Guanabara num percurso agradável a poucos minutos do Centro do Rio.

As embarcações partem da estação das barcas:
Endereço: Praça XV de Novembro, 21 – Centro

Telefones: (21) 4004-3113 - Barcas/ (21) 2533-4343 - Aerobarcos.

Saiba mais sobre como chegar na Ilha de Paquetá na página Como se locomover de barco no Rio de Janeiro.

Obs.: as informações contidas nesta página podem modificar sem aviso prévio.